domingo, 11 de março de 2012
Não Vos Conheço!
Ó Senhor,
Que, agora, sejam meus ouvidos
Alerta, constantes e mais atentos,
Aos teus firmes alentos.
Que eu não
Queira apenas, de forma renitente,
Ser amigo do evangelho,
Que eu não seja displicente.
Que eu ouça tuas Palavras, Senhor,
“Vinde a Mim todos os oprimidos,
E, como um cansado, sofredor,
Sem hesitar, eu corra para teu abrigo.
Que eu descanse a cada dia,
Me alimente da tua Verdade,
E não esqueça de teu alerta
Para quando vier a eternidade.
E que desde já,
Me prepare no tempo,
Para, quando, lado a lado.
Nos reunires para julgamento.
Dia de alegria
É o teu dia
Para os de vestes brancas,
Lavados no Sangue do Cordeiro!
Dia de juízo
Para tantos quantos
Preferiram caminhos próprios
Para tristeza e perdição.
Para os que zombam
E não ouvem o chamado,
Para os que não querem a igreja,
Somente lhes resta a tristeza.
Mas, oh, não rejeites teu irmão,
Achando-te superior,
Pois a Palavra ordena,
Considerar o outro melhor.
Isso não será obra humana,
Mas da ação divina,
Sobre nossa natureza terrena,
Entrega, pois, a Ele, a vida sem nenhuma sombra.
Não queiras ouvir de Sua boca
“Afastai-vos de Mim, Condenados,
Não vos conheço”!
Não deixes te acabar assim derrotado!
Jesus Cristo, o Senhor,
Filho do Altíssimo,
Em teu lugar se entregou,
E, por ti, Seu sangue derramou!
Se isso achas pouco,
Algo excelente sobrepujou,
Pois adiante do Pai das Luzes,
Teu Supremo advogado se tornou.
Enquanto estás vivo,
Renda-te, neste momento,
E te convido a entrar na nova vida,
Pela porta do arrependimento.
Amigo isso não é poesia, é ação,
Pois se diz: Salvai alguns da dúvida
Livrando-lhes do engano, o coração,
Para poderem herdar a eterna vida.
Então, naquele dia ouvirás
Uma grande voz de prazer,
Certamente a te dizer:
“Vinde, benditos de Meu Pai”!
Que, agora, sejam meus ouvidos
Alerta, constantes e mais atentos,
Aos teus firmes alentos.
Que eu não
Queira apenas, de forma renitente,
Ser amigo do evangelho,
Que eu não seja displicente.
Que eu ouça tuas Palavras, Senhor,
“Vinde a Mim todos os oprimidos,
E, como um cansado, sofredor,
Sem hesitar, eu corra para teu abrigo.
Que eu descanse a cada dia,
Me alimente da tua Verdade,
E não esqueça de teu alerta
Para quando vier a eternidade.
E que desde já,
Me prepare no tempo,
Para, quando, lado a lado.
Nos reunires para julgamento.
Dia de alegria
É o teu dia
Para os de vestes brancas,
Lavados no Sangue do Cordeiro!
Dia de juízo
Para tantos quantos
Preferiram caminhos próprios
Para tristeza e perdição.
Para os que zombam
E não ouvem o chamado,
Para os que não querem a igreja,
Somente lhes resta a tristeza.
Mas, oh, não rejeites teu irmão,
Achando-te superior,
Pois a Palavra ordena,
Considerar o outro melhor.
Isso não será obra humana,
Mas da ação divina,
Sobre nossa natureza terrena,
Entrega, pois, a Ele, a vida sem nenhuma sombra.
Não queiras ouvir de Sua boca
“Afastai-vos de Mim, Condenados,
Não vos conheço”!
Não deixes te acabar assim derrotado!
Jesus Cristo, o Senhor,
Filho do Altíssimo,
Em teu lugar se entregou,
E, por ti, Seu sangue derramou!
Se isso achas pouco,
Algo excelente sobrepujou,
Pois adiante do Pai das Luzes,
Teu Supremo advogado se tornou.
Enquanto estás vivo,
Renda-te, neste momento,
E te convido a entrar na nova vida,
Pela porta do arrependimento.
Amigo isso não é poesia, é ação,
Pois se diz: Salvai alguns da dúvida
Livrando-lhes do engano, o coração,
Para poderem herdar a eterna vida.
Então, naquele dia ouvirás
Uma grande voz de prazer,
Certamente a te dizer:
“Vinde, benditos de Meu Pai”!
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Hoje: Atenda a Deus!
( Hb. 3: 7-8; 3:14)
Hoje é o Dia,
Não se desanime;
o Dia que o Senhor fez,
algo que o reanime.
Hoje, se de novo ouvir,
a melodiosa voz de Deus,
Não deixe endurecer seu coração,
Não queira ficar fora da celebração.
Não feche seus ouvidos,
Não dê sossego ao coração,
Não ouça grandes alaridos,
Mas a voz de Deus, em comoção.
Deixe a espada da Palavra,
dissecar toda sua intenção,
e revelar, em lavras,
seu pensamento, desde o embrião.
Pare, descanse, ouça:
Por que ouvir vozes e sons,
se fazem uma antifonia rouca,
impedindo-o de ouvir o vero tom?
Deixe de seguir comandos
de desconhecidos temas,
afastando-se de Deus,
e, longe, se vitimando.
Deus é cura, é poder,
Ele te chama, para vitória,
e com Ele, algo vai acontecer,
pois mudará sua história.
Não provoque a Deus,
como Israel, na tentação do deserto,
Assim foi o povo por 40 anos,
Andando por caminho incerto.
Desde agora, obedeça,
Guardando firme a promessa,
pois dela, participantes somos,
Se com Ele permanecemos.
Hoje é o Dia,
Não se desanime;
o Dia que o Senhor fez,
algo que o reanime.
Hoje, se de novo ouvir,
a melodiosa voz de Deus,
Não deixe endurecer seu coração,
Não queira ficar fora da celebração.
Não feche seus ouvidos,
Não dê sossego ao coração,
Não ouça grandes alaridos,
Mas a voz de Deus, em comoção.
Deixe a espada da Palavra,
dissecar toda sua intenção,
e revelar, em lavras,
seu pensamento, desde o embrião.
Pare, descanse, ouça:
Por que ouvir vozes e sons,
se fazem uma antifonia rouca,
impedindo-o de ouvir o vero tom?
Deixe de seguir comandos
de desconhecidos temas,
afastando-se de Deus,
e, longe, se vitimando.
Deus é cura, é poder,
Ele te chama, para vitória,
e com Ele, algo vai acontecer,
pois mudará sua história.
Não provoque a Deus,
como Israel, na tentação do deserto,
Assim foi o povo por 40 anos,
Andando por caminho incerto.
Desde agora, obedeça,
Guardando firme a promessa,
pois dela, participantes somos,
Se com Ele permanecemos.
Água a jorrar
A Água, limpa, boa,
límpida, cristalina,
aquela que vem da rocha,
profunda e fina...
Mas, outra água, a turva,
quero, agora esquecer...
essa não me perturba,
pois quero sempre crescer.
Essa, agora, minha vontade
é, então, o que deve ser.
Chega de a vaidade
continuar a aparecer.
Cristo é a verdadeira água,
que entra em minha vida,
limpa qualquer mágoa,
e tudo da luta aguerrida.
Cristo limpou a fonte,
renovou o elo,
Ele veio e refez a ponte,
tornando, o viver mais belo.
Tudo, agora, Ele opera,
para que os seus
possam, sem querela,
se voltar para Deus.
Limpos de toda poeira,
a Água Viva, límpida,
a jorrar perene, inteira,
para a eterna vida.
Não mais me moleste,
nada desse mundo fútil,
pois, para longe, toda peste,
Jesus tirou tudo que é inútil.
E, para completar a obra,
Deus, o Pai, também nos falou,
que, dos nossos pecados, de sobra,
Ele não mais se lembrou.
Assim, também, enquanto é dia,
Façamos, nós as pazes, irmãos meus,
E aguardemos com alegria,
até o prometido descanso obter de Deus.
límpida, cristalina,
aquela que vem da rocha,
profunda e fina...
Mas, outra água, a turva,
quero, agora esquecer...
essa não me perturba,
pois quero sempre crescer.
Essa, agora, minha vontade
é, então, o que deve ser.
Chega de a vaidade
continuar a aparecer.
Cristo é a verdadeira água,
que entra em minha vida,
limpa qualquer mágoa,
e tudo da luta aguerrida.
Cristo limpou a fonte,
renovou o elo,
Ele veio e refez a ponte,
tornando, o viver mais belo.
Tudo, agora, Ele opera,
para que os seus
possam, sem querela,
se voltar para Deus.
Limpos de toda poeira,
a Água Viva, límpida,
a jorrar perene, inteira,
para a eterna vida.
Não mais me moleste,
nada desse mundo fútil,
pois, para longe, toda peste,
Jesus tirou tudo que é inútil.
E, para completar a obra,
Deus, o Pai, também nos falou,
que, dos nossos pecados, de sobra,
Ele não mais se lembrou.
Assim, também, enquanto é dia,
Façamos, nós as pazes, irmãos meus,
E aguardemos com alegria,
até o prometido descanso obter de Deus.
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- Professor por profissão e convicção. Discípulo de Jesus, um aprendente... sempre.
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